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Agência Senado; O Globo; O Globo Online

BRASÍLIA - O Senado aprovou na noite desta quarta-feira projeto de lei que identifica e pune 13 crimes praticados na internet. A proposta enquadra, por exemplo, pedófilos que guardarem arquivos com imagens de menores. Atualmente, só a troca desses arquivos é caracterizada como crime. A matéria segue agora para a Câmara dos Deputados, uma vez que foi alterada no Senado.

O projeto relatado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) identifica ainda como crimes cibernéticos o roubo de senhas, a falsificação de cartão de crédito ou de telefone celular, a propagação de vírus que possam destruir equipamentos de terceiros, qualquer interferência que suspenda ou prejudique serviços públicos, e a obtenção ou destruição de arquivos que tenham regras de segurança, a divulgação não autorizada de informações pessoais disponíveis em banco de dados e o uso da rede para atos de discrimição de raça ou de cor. Em vários desses crimes, a pena prevista é de reclusão de um a seis anos, além de pagamento de multa.

Relatório original foi criticado por violar privacidade de usuários

O relatório original de Azeredo determinava que os provedores armazenassem por três anos todos os dados de usuários para possíveis investigações futuras. Sob as críticas de que estaria sendo criado um sistema de controle da internet, Azeredo acolheu uma emenda, pela qual os provedores só terão a obrigação de informar à polícia indícios de irregularidades se houver denúncia formalizada.

Mas os provedores de internet serão obrigados a preservar em seu poder, para futuro exame, arquivos requisitados pela Justiça, assim como encaminhar às autoridades judiciais as denúncias de crimes que lhes forem feitas. Os provedores terão de guardar por três anos os registros de endereçamento eletrônico da origem, hora, data e a referência GMT das conexões efetuadas.

Projeto prevê sanção para transferência de dados sem autorizaçãoOutro ponto do projeto que gerou muita polêmica foi o artigo 285, que na redação original determinava pena de um a três anos para quem acessasse “rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização do legítimo titular, quando exigida”. A nova redação deixou o artigo menos vago, afirmando os arquivos decem estar “protegidos por expressa restrição de acesso”

Pela lei fica proibida a divulgação de dados e informações pessoais contidas com finalidade distinta da que motivou seu registro, “salvo nos casos previstos em lei ou mediante expressa anuência da pessoa a que se referem ou de seu representante legal”. A pena para este crime seria de um a dois anos e multa.

Definição de código malicioso

Pena de reclusão de um a três anos e multa está prevista para quem inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores ou sistema informatizado. A matéria define como código malicioso o conjunto de instruções e tabelas de informações ou qualquer outro sistema desenvolvido para executar ações danosas ou obter dados ou informações de forma indevida.

Se o crime resultar em destruição, inutilização, deterioração, alteração ou dificuldade de funcionamento do dispositivo de comunicação, a reclusão poderá ser de dois a quatro anos e multa. Caso o agente utilize nome falso ou identidade de terceiros para a prática desse crime a pena é ainda aumentada em um sexto.

Entre os demais crimes previstos no substitutivo está também o de atentar contra a segurança ou o funcionamento de serviço de água, luz, força, calor, informação, telecomunicação ou qualquer outro de utilidade pública. Também serão punidos crimes que envolvam a interrupção, perturbação de serviço telegráfico, telefônico, telemático, informático e outros dispositivos de telecomunicações.

São Paulo - Primeiro passo da integração de aplicativos ao Orkut começa na quinta (10/07) para 10% dos usuários e segue nas próximas semanas.
O Google Brasil formalizou nesta terça-feira (08/07) a integração oficial da plataforma de aplicativos OpenSocial à rede social Orkut para usuários brasileiros, conforme adiantou o IDG Now!.

Segundo o cronograma do Google Brasil, 10% dos usuários brasileiros do Orkut terão acesso a novos aplicativos de interação na rede social a partir desta quinta-feira (10/07), no primeiro passo para a implementação em massa.

Por mais que divulgue a data da próxima segunda-feira (14/07) como limite para a integração de todos os usuários, o próprio Google admite que o prazo poderá ser alterado caso encontre dificuldades para lidar com o crescimento exponencial de tráfego causado possivelmente pela adição de aplicativos.

A estréia contará com 20 aplicativos, entre criados no Brasil e traduzidos, em português para que usuários adicionem a seus perfis.

O baixo número, segundo o gerente de produto de Orkut no Brasil, Eduardo Thuler, tem relação com a qualidade da experiência que o Google pretende proporcionar aos usuários no primeiro contato com os aplicativos.

No total, o Orkut já conta com mais de 300 aplicativos da plataforma OpenSocial, a maioria em inglês - pela popularidade no país, os usuários brasileiros serão os últimos a experimentar a integração. Indianos já têm acesso ao OpenSocial há dois meses.

Entre os aplicativos já prontos e homologados pelo Google Brasil para o Orkut destacam-se serviços de música, como o Sonora, do Terra, o Minha Música e o Jukebox; de entretenimento, como o Vou, Não vou!, Eu Acho e Diário Celular; games, como o Civilization; e esportes, como o GloboEsporte.com, Soccer Bets e Joga TV.

Como o Google já havia esclarecido, desenvolvedores independentes poderão publicar seus aplicativos livremente no OpenSocial. O buscador será responsável por avaliar se os softwares representam alguma ameaça de segurança aos usuários ou se quebram alguma regra do termo de uso do Orkut.

Fonte: IDG Now!

Ex-candidata à presidência da Colômbia foi solta com mais 14 reféns nesta quarta. Em Bogotá, ela disse que vai seguir lutando pela libertação dos que ficaram na selva.Ingrid e mais 14 reféns foram libertados depois de uma operação do Exército da Colômbia, que disse ter infiltrado homens na guerrilha.

“Quero primeiro dar graças a Deus e aos soldados da Colômbia”, disse Ingrid à rádio do Exército pouco depois da libertação, em entrevista reproduzida por emissoras de toda a Colômbia. Saiba mais.

Uma das primeiras imagens de Ingrid Betancourt com o seu marido, um reencontro após 6 anos:

Plantão | Publicada em 03/07/2008 às 10h33m
O Globo OnlineRIO - A Mozilla enviou uma mensagem nesta quinta-feira confirmando que o Firefox entrou para o Guiness, o Livro dos Recordes, como o software mais baixado em 24 horas. Entre as 15h16m (horário de Brasília) do dia 17 de junho e as 15h16m do dia 18 de junho foram 8.002.530 de pessoas que baixaram o programa.

Segundo a página da Mozilla, já foram 29.017.648 downloads desde então. No site www.spreadfirefox.com é mostrado o número de downloads por país. No Brasil, foram 598.116. Os Estados Unidos lideram com 7.734.930 downlaods, seguido da Alemanha com 2.466.910. O recorde negativo fica com a Coréia do Norte, a Guiana Francesa e o Saara ocidental, onde ninguém baixou o programa.

O Firefox tem hoje 19% do mercado de navegadores no mundo, ainda amplamente dominado pelo Internet Explorer, das Microsoft, com 73%.

Onde ficam os sites do mal? A maioria está na China, diz o mais recente relatório (dados de maio) do site Badware.org. Lá, para cada milhão de internautas, há 689 sites escondendo vírus e outras ameaças. A Rússia tem 307 páginas do mal para cada milhão de navegantes, contra 212 websites perigosos para cada milhão de internautas nos Estados Unidos. Entretanto, no número absoluto de páginas com malware os EUA ficam em segundo. Veja o PDF do relatório (em inglês) clicando na imagem, extraída de lá.

Fonte: O Globo Online

Considerado ‘eletrônico do diabo’, comerciantes não podem estocar esse produto.
Duas lojas que desobedeceram a determinação foram atacadas.

Um tribunal ultra-ortodoxo de Jerusalém proibiu a venda de toca-MP4, tocadores digitais de música que também reproduzem vídeos – a decisão não tem valor legal. Considerado “uma ferramenta do diabo que leva as pessoas ao pecado”, esse tipo de aparelho foi proibido pelo tribunal de ser vendido ou estocado em lojas, segundo a edição on-line do jornal “Yediot Ahronot”. Dois estabelecimentos de Jerusalém que desobedeceram a “determinação” foram vandalizados.

O “Yediot Ahronot” afirma que avanços tecnológicos sempre representaram um problema para a comunidade ultra-ortodoxa. “Com freqüência os rabinos optam por banir qualquer contato público com gadgets [eletrônicos] desconhecidos, com medo de que seus usuários sejam expostos a conteúdo impróprio. O mesmo acontece com os toca-MP4 que, por exibirem vídeos, tornaram-se a mais nova ameaça à castidade”, diz a publicação.

A luta contra esses eletrônicos atingiu seu ápice na semana passada, quando a loja de um fornecedor de toca-MP4 foi vandalizada – localizada em Meah Shearim, no subúrbio de Jerusalém, ela teve sua janela e vitrines quebradas. Outro estabelecimento, este em Shabbat Square (Jerusalém), também foi incendiado. A polícia informou que vai investigar os dois casos.

Testemunhas ouvidas pelo “Yediot Ahronot” disseram que isso já era algo esperado, pois semanas antes do ataque estudantes já protestavam em frente aos estabelecimentos contra a venda dos eletrônicos considerados proibidos.

Além disso, os donos das lojas que comercializavam os toca-MP4 viraram alvo de campanha negativa. “Há uma praga terrível, fazendo vítimas diariamente. Esses aparelhos pecaminosos foram proibidos pelos rabinos, mas ainda são encontrados. Seus distribuidores diabólicos não querem nada além de levar o povo de Israel ao pecado, com filmes e outros conteúdos abomináveis”, dizia um dos anúncios.

Outro texto também distribuído contra os comerciantes informava público sobre a proibição da venda dos MP4. “Esse pequeno aparelho é uma ferramenta do diabo para ganhar acesso a nossas casas protegidas, disfarçado como uma forma de você ouvir lições do Tora [cinco primeiros livros da Bíblia].”

fonte:G1 Globo.com

São Francisco - Cinco empresas se unem para facilitar a integração do Mac OS aos ambientes de rede Windows e aumentar a presença da marca.
Um consórcio formado por cinco empresas — Centrify, LANrev, Atempo, GroupLogic, e Parallels — quer promover o uso de computadores Apple no mundo corporativo. O grupo é chamado de Enterprise Desktop Alliance (EDA).

A idéia das companhias é facilitar a integração do sistema operacional Mac OS com a infra-estrutura de rede das máquinas baseada na plataforma Windows, da Microsoft.

Com o lançamento do iPhone e do iPod Touch a Apple vem conquistando um mercado inédito entre as empresas, principalmente com o surgimento de aplicativos corporativos para estes aparelhos.

Uma recente pesquisa do Yankee Group aponta que uma em cada dez empresas possui um Mac instalado em seu escritório. O número dobrou no ano passado, em comparação a 2006.

Apesar do objetivo imediato da aliança ser conscientizar os departamentos de TI das companhias sobre os recursos oferecidos pelas empresas do consórcio, segundo Peter Frankl, COO da LANrev, a organização também pretende aumentar conhecimento da marca entre os profissionais de tecnologia.

Para Frankl, os departamentos de TI sempre tiveram de “tolerar” as máquinas da Apple, e agora terão de “tolerar” ainda mais. Por esse motivo, a EDA pretende informações e criar uma comunidade para compartilhar as melhores práticas em torno do assunto.

Ephraim Schwartz, editor da InfoWorld, de São Francisco

IDG Now!